Energia solar como investimento cresce e atrai investidores qualificados no Brasil

Energia solar como investimento tem se consolidado como uma alternativa relevante no Brasil, impulsionada pela expansão da capacidade instalada, pelo avanço das fontes renováveis e pela criação de modelos mais acessíveis de participação em projetos. Em 2024, o setor fotovoltaico manteve ritmo acelerado de crescimento e reforçou sua posição na matriz elétrica nacional.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país adicionou 14,3 GW de potência instalada no último ano e superou a marca de 52 GW. Além disso, o setor atraiu aproximadamente R$ 54,9 bilhões em investimentos, o que representa um crescimento de cerca de 30% em relação a 2023. Esse avanço reflete, sobretudo, a busca por alternativas sustentáveis e financeiramente atrativas.

Energia solar como investimento e o perfil do investidor

Para investidores qualificados, a energia solar como investimento tem sido avaliada como um ativo de infraestrutura com características de longo prazo. Esse tipo de projeto apresenta maior previsibilidade operacional e receitas mais estáveis, o que reduz a exposição à volatilidade de ativos tradicionais.

Além disso, o cenário econômico, marcado pela expectativa de juros mais baixos, favorece a busca por ativos reais. Dessa forma, projetos solares com contratos de longo prazo passam a ganhar destaque em estratégias de diversificação patrimonial.

Geração compartilhada amplia o acesso ao investimento solar

Outro fator que impulsiona a energia solar como investimento é o modelo de geração compartilhada. Nesse formato, o investidor adquire cotas de uma usina solar e passa a receber parte dos resultados da energia comercializada, sem a necessidade de instalar painéis em sua residência ou empresa.

Impactos ambientais e sociais do investimento em energia solar

Além do retorno econômico, a energia solar como investimento gera impactos ambientais relevantes. Segundo dados da ABSOLAR, a fonte já evitou a emissão de mais de 50 milhões de toneladas de CO₂ no Brasil, sendo mais de 5 milhões apenas no primeiro semestre de 2024.

Ao mesmo tempo, a expansão do setor movimenta a economia em diversas regiões do país. Estimativas indicam que a transição energética pode gerar mais de 3,6 milhões de empregos até 2030, abrangendo desde a fabricação de equipamentos até a operação das usinas.

Consolidação do setor e perspectivas futuras

Com a maturidade regulatória e o avanço dos modelos de participação, a energia solar como investimento tende a ganhar ainda mais espaço nos próximos anos. A consolidação do setor tem ampliado o interesse de investidores que buscam alternativas de longo prazo alinhadas à economia real.

Assim, a combinação entre crescimento do mercado, previsibilidade financeira e impacto positivo posiciona a energia solar como uma das principais oportunidades dentro do cenário atual de investimentos no Brasil.

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